segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A Teologia do Cachorro e do Gato

 “Cachorro, o melhor amigo do homem” e isso é devido a sua fidelidade, lealdade e serviço. Os gatos não são assim, são mais independentes, sobretudo, não cabe falar aqui de quem são os melhores, e sim trazer essa lição para nosso dia-a-dia em relação ao Reino de Deus. Veja o resumo de uma história que servirá como base de ilustração: a “Teologia do Cachorro” e a “Teologia do Gato”.
O cachorro diz para seu dono: “Você me acaricia, me alimenta, me abriga, você me ama. Você deve ser Deus”.
Já o gato diz: “Você me acaricia, me alimenta, me abriga, você me ama. Eu devo ser Deus”.
Ainda, há quem diga: “Senhor, você me ama, me abençoa sempre e deu a sua vida por mim. Você deve ser Deus”.
Enquanto outros dizem: “Senhor, você me ama, me abençoa abundantemente, deu sua vida por mim. Eu devo ser deus”.
Hoje em dia há muitos que pensam como gatos; acreditam que Deus mantém-se a nossa plena disposição, como se fosse um “autenticador” da nossa vontade, para atender aos nossos pedidos, ou como se tivesse a obrigação de satisfazer nossas realizações e sonhos pessoais.
Jesus nos chama a atenção: aqueles que o seguem devem negar sua própria vida por amor a Ele (Lucas 14:26 e Mateus 16.24) e que o Evangelho não tem que se adaptar a minha maneira de crer ou meu ponto de vista, mas somos nós que temos de nos converter a Deus (Atos 20:17-21, Romanos 1.16, Romanos 10.10 e Mateus 16.16).
Temos que depender de Deus, pois somos servos, e um servo não é mais do que seu senhor (João 13.16 e 15.20). Deixemos o orgulho, a arrogância e a independência. Jesus é o suficiente. Os exemplos de homens que deram sua vida pelo Senhor, como: João Batista, Estevão, Paulo e outros que morreram naquele tempo e os de nossos dias, devem servir muito mais que reflexão ou inspiração de fé. Nosso modelo é Jesus. Temos que focar a vida n’Ele, pois é o exemplo do que Deus quer que sejamos em santidade, comunhão com o Pai, amor ao próximo e em outros aspectos da vida (Mateus 10.24-25).
Jesus morreu por nós, mas isso não significa que as coisas que existem se resumem em nós. Fomos criados (Gênesis 1.27 e Salmo 95.6) e devemos viver em alegria, com o coração cheio de gratidão ao Senhor. pensem naqueles 24 anciãos e os 4 seres viventes ajoelhados adorando a Deus, dizendo: “Amém! Aleluia!” (Apocalipse 19.4) eles vêem a dimensão da Bondade de Deus e por isso são gratos pelo simples fato de existirem.
Devemos nos aproximar do Senhor (Salmo 27.8 e Tiago 4.8) e buscar intensa comunhão, mas não pelas bênçãos que Ele pode nos dar ou por aquilo que Ele pode fazer, mas unicamente por aquilo que Ele é.

2 comentários:

  1. Muito interessante, bastante reflexivo...

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  2. Devemos manter o ânimo mesmo nos dias de maior turbulência...só caminhando com Deus para não deixar que as adversidades entrem nas nossas vias.

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